Jornalismo Esportivo: Compromisso passional.

O grande jornalista Paulo Vinícius Coelho, conhecido como PVC, nos conta em seu livro "Jornalismo Esportivo", publicado em 2003; que o jornalista começa a se tornar um profissional ainda criança, por desenvolver certa paixão por deterimnado tema ou área.

(Livro escrito por Paulo Vinícios Coelho, publicado em 2003 pela editora Contexto)

E o futuro profissional que tem impulsão pelo esporte e deseja entrar nesse mundo não pode negar essa afirmação. Dentro disso, pode-se dizer também que o jornalismo esportivo é uma área que se apresenta em diversos modos de atuação, pela diversidade de esportes que temos, e também pelos diferentes ofícios possíveis dentro do mesmo "exercício".

Deixemos então todo esse contexto imaginário para trás e sejamos mais específicos, para entrarmos assim, no mundo futebolístico. O esporte mais popular do mundo oferece um leque gigantesco para os profissionais de comunicação e talvez seja impossível apontar que haja nesse meio, um profissional que não seja apaixonado por futebol ou um clube.

E seja por rádio, televisão ou veículos web, os grandes clubes de futebol exigem cobertura diária, com produção de pautas durante todo o tempo, mantendo o grande público informado sobre o cotidiano de suas paixões. E cada notícia conta: desde grandes vazamentos por contratações ou conflitos, até mesmo detalhes simples como certas renovações ou boletins de treinamento.

Um repórter fica com tais obrigações, cobrindo tudo o que se passa na instituição; e nem sempre, o menino apaixonado consegue ficar com as pautas do seu clube de coração. É preciso imparcialidade, não diferente das outras áreas da comunicação, é verdade; ainda assim, falar mal do seu time de coração ou estar mais inteirado sobre o seu grande rival exige extremo profissionalismo. Como nos conta Diego Luz, jornalista esportivo há 5 anos:

"Desde pequeno tinha vontade de estar em campo. Como a maioria dos meninos brasileiros, ser jogador era o maior sonho. Mas como tinha pai envolvido no jornalismo, aos poucos, a ideia de jogador, foi se transformando em jornalista. Tudo isso é recompensante, e passa por cima dos enormes percausos, como hora de trabalho, salário, desrespeito, perigos, tempo, família, emoção, insegurança no serviço. No entanto, não há palavra, gesto, dinheiro que mostre a emoção do esporte como seu ganha-pão. Com microfone, opinião, repercussão, não tem como você sair triste, mesmo com a derrota do seu time. É uma emoção única a cada transmissão."

(Diego, à frente, com seus colegas de trabalho, cobrindo um jogo de Libertadores em 2018, no Pacaembú)

Quem busca essa área, procura muito mais que um lado financeiramente vantajoso. A busca consiste em achar prazer na rotina de trabalho e em ter uma obrigação profissional disfaçada pelo artifício do hobbie, elevando a paixão de criança para uma obrigação adulta. Seja como narrador, comentarista, repórter ou jornalista, estar em meio ao jornalismo esportivo é um enorme privilégio para aqueles que, desde criança, ilustram perfeitamente as antigas palavras do PVC.

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